SERÁ QUE SOU PROATIVO?

Postado em 07/03/2017 | Autor: formulario

Proatividade. Você sabe realmente o que essa palavra significa? Nos dicionários ela é traduzida como sinônimo de “fazer antes”, “antecipar”, “ter iniciativa”. E com certeza você já ouviu alguém falando de proatividade, na vida pessoal ou profissional. Aliás, trabalhando com empresas já há um bom tempo, perdemos a conta das vezes em que ouvimos este discurso: “gostaria que o meu pessoal fosse mais proativo!”. Em nossa própria vida pessoal, muitas vezes, nos perguntamos: “será que sou uma pessoa proativa?”. Mas, afinal, o que a proatividade representa de verdade? O que diferencia um profissional proativo de outro, reativo? Ser proativo realmente pode me trazer vantagens profissionais? Porque a maioria das pessoas não é proativa?

Será que sou proativo?

Preste atenção nestas dicas que preparamos. Elas ajudam a responder essas e outras questões importantes sobre a proatividade.

  • Antes de tudo: proatividade é a habilidade de antecipar ações. Isso significa agir antes de ser forçado a agir, tomar as rédeas da mudança. Para utilizar um jargão muito conhecido, proatividade é não esperar “o chefe mandar”. Pessoas proativas procuram pelas oportunidades, ao invés de esperarem as coisas acontecerem. Elas não se contentam em fazer correto: querem “fazer melhor”.
  • Profissionais proativos são os mais procurados pelas empresas. E isso é fácil de entender: em tempos de equipes cada vez mais enxutas, ter talentos proativos em seus quadros faz toda a diferença. Pessoas proativas são mais eficazes e vão além da tarefa. Além disso, inspiram outros a serem mais arrojados e inovadores. O resultado? O aumento de produtividade de toda a empresa. Em tempos de crise, isso se torna ainda mais essencial.
  • Verdade da proatividade: ser proativo é uma escolha. É um equívoco, portanto, pensar que a proatividade nasce com a pessoa. A proatividade pode – e deve –  ser desenvolvida; treinada. Como fazer isso? Busque informar-se constantemente, não fique “estacionado no cargo”. Seja ávido por novidades a respeito do trabalho que você faz, procure novas formas de tratar “velhos problemas”. Seja positivamente “indignado”: questione, pergunte, aprenda sempre, invente.
  • Afinal, se a proatividade é assim tão importante, por que é tão rara? Em suma, por que a maioria das pessoas não é proativa? Temos visto que muitos não agem de maneira proativa por medo ou timidez, receio de que suas ações ou ideias não se provem certas, não sejam bem recebidas ou até ridicularizadas. O que fazer se você se encaixa nesse caso? Uma dica: Na próxima reunião em que participar, ou mesmo no dia-a-dia do trabalho, seja o primeiro a falar e coloque uma pergunta na mesa; sugira o debate. Se exponha! Esqueça o que os outros vão pensar. Seja autêntico e determinado.
  • O caso mais grave de antiproatividade: “não sou pago para fazer isso”. Sim, você os conhece: aqueles que pensam que são pagos apenas para fazer o trabalho para o qual foram contratados. As consequências dessa postura negativa e equivocada são funestas: dificilmente essas pessoas serão cogitadas para uma promoção, além de estarem sempre na linha de frente das demissões. Verdade da antiproatividade: profissionais que só agem mediante cobrança têm vida curta nas empresas, ganham menos e dificilmente galgam postos maiores.
  • Os que não são proativos por personalidade. Há ainda aqueles que, almejando serem mais proativos, não o são por personalidade. Nesse caso, vale lembrar que somos os únicos responsáveis pela nossa própria mudança. Não estamos condenados a nossa situação e experiências. Podemos, sim, mudar nossas atitudes e comportamento diante da vida, e isso se aplica também no mundo do trabalho. Experimente se abrir a novas ideias, ser mais otimista, fazer um curso, aprender uma habilidade nova. Aja diferente, se quiser que as coisas sejam diferentes.
  • Uma questão crucial: proatividade rima com “responsabilidade”. Ser proativo, assim, é ser responsável pelo próprio caminho, é ousar tomar decisões e enfrentar o medo da mudança. Veja só: a origem da palavra responsabilidade significa: “habilidade de escolher a resposta”. Ser responsável é, portanto, escolher novas estradas, novas paisagens, respondendo diferente ao mundo. É ser comprometido com os outros e consigo mesmo; ser o autor das próprias decisões. Proativamente.

Gostou de nossas dicas?

Que tal fazer um autoexame sobre o quanto você é proativo ou reativo?

  • Nas situações em que você agiu de forma muito reativa, tente perceber por que atuou assim.
  • Preste atenção nas expressões que você usa no trabalho e na vida pessoal: elas confessam a sua reatividade?
  • Escolha um problema ou situação crítica do seu trabalho e pense: como posso agir de forma diferente em relação a isso?
  • De que maneira posso enxergar as dificuldades sob outro prisma?
  • Por que reluto em ser mais proativo? Medo? Acomodação? Não sei como?

Você irá se surpreender em como se pode mudar…quando se quer mudar!

Pense em tudo isso. Aplique essas questões diariamente. Tente ser mais proativo.

E veja o quanto a proatividade pode tornar a sua vida mais rica, produtiva e satisfatória.



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